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Tributo a Arlindo júnior

dia de adeus

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Por Coluna do Holanda
31/12/2019 às 00h36 — em Coluna do Holanda
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Minha intenção era falar de festa e de futuro, mas com a morte de Arlindo JR  o cálice quebrou e todo o vinho foi derramado. Sobrou “um  brilho” ou um “fogo fátuo”, assim como nas toadas que ele cantava.   

Antes de se recolher a última morada, Arlindo partiu num sono profundo para, silenciosamente, visitar “as sereias dos lagos, a Yara dos rios” na sua ilha encantada .

Um poeta da ilha pode dizer que o  rio vai se misturar as lágrimas de um povo que ele amava.

Arlindo tornou-se, como nas canções, o canoeiro, em busca de um “porto distante” para descansar: “Vai canoeiro, da tua canoa de tantas remadas, vai canoeiro. O porto distante é o teu descansar”.

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Raimundo de Holanda é jornalista de Manaus. Passou pelo "O Jornal", "Jornal do Commercio", "A Notícia", "O Estado do Amazonas" e outros veículos de comunicação do Amazonas. Foi correspondente substituto do "Jornal do Brasil" em meados dos anos 80. Tem formação superior em Gestão Pública. Atualmente escreve a coluna Bastidores no Portal que leva seu nome.

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