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Rebecca e Melo travam queda de braço em busca de alianças

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Por Holanda
30/09/2013 04h30 — em Coluna do Holanda

A semana será decisiva para os partidos politicos. Na busca de composições para consolidarem candidaturas estão o vice-governador José Melo, a deputada Rebecca Garcia e o senador Eduardo Braga. Por enquanto, Braga tem o PMDB e a possibilidade de caminhar com o PTB, do deputado  Sabino Castelo Branco. Outro partido que poderá ficar do lado do senador é o PDT, do prefeito Amazonino Mendes.


Rebecca está se aproximando de Artur Neto (PSDB) e do ex-prefeito Serafim Correa( PSB). Já o vice-governador José Melo também corteja Artur e tenta se aproximar de Serafim.

 

Se Rebecca vencer a queda de braço que trava nos bastidores com o vice-governador José Melo, pode ser a candidata de Artur e Serafim, cedendo palanque em Manaus para os presidenciáveis Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB).

 PUXÃO DE ORELHAS

Os quatro deputados que não compareceram a reunião convocada pelo senador Eduardo Braga com a militância do PMDB, no sábado,  já levaram um puxão de orelhas. A ausência dos palarmentares contrariou o senador.

O QUE EU VOU DIZER EM CASA?

Da bancada de quatro deputados do PMDB na Assembleia Legislativa, apenas Marcos Rotta, durante um discurso na tribuna, avisou que não participaria do encontro estadual do partido no último sábado. Presidente da CPI da Telefonia, ele tinha  agenda pré-definida  de reunião no interior do Estado, junto com os demais membros.

Mas Vicente Lopes, Wanderley Dallas e Belarmino Lins não se manifestaram, pelo menos publicamente. A primeira sessão plenária da semana será na terça-feira. E como na letra de uma antiga música, os três devem estar pensando o que vão dizer quando chegar em casa. Ou seja: na Assembleia.

AFRÂNIO DENUNCIA INSTITUT0 QUE SE VENDE

O publicitário Afrânio Sores, da Action, deixou muita gente agoniada quando revelou que em Manaus tem instituto de pesquisa que negocia ou se vende. Apesar da insistência da repórter Vivi Cariolano, Afrânio não falou o nome do instituto.  Mas deixou uma pista.

@@@

Vivi - Putz, e ainda tem instituto de pesquisa local que se vende --‘
Afrânio -  Errrr, só tem um aí que é o mais complicado, entendeu? E desse aí eu não quero nem falar desse cidadão.
Vivi - Ahhahahaaha me faaaaaaaaaaaaaaaaaaaala quem é!!!!!!!!
Afrânio -Esse cidadão não merece nem ser mencionado, nem nas minhas orações.

A ZONA FRANCA E OS 25 ANOS DA CONSTITUIÇÃO

Os 25 anos da Constituição Federal, no dia 5, marcam também   a  blindagem legal da Zona Franca de Manaus. Ao ser promulgada, em 5 de outubro de 1988, a Constituição tornava o modelo intocável por 25 anos, como suas caracteristicas de área de livre de comércio, de exportação e importação, e de incentivos fiscais. Se  essas garantias não tivessem sido prorrogadas, no próximo dia 5  a Suframa deixaria de existir. Por enquanto, tem sobrevida até 2023, mas já não é nem a sombra do que foi nos anos 80.  

Coube ao ex-senador Bernardo Cabral a façanha de incluir a Zona Franca no artigo 40  das DisposiçõesTransitórias da Carta de 88, o que foi um grande feito. E um tempo não aproveitado pela nova geração de empresários  e politicos que hoje vivem numa verdadeira corda bamba.

AMAZONINO, O MÍSTICO

Durante uma entrevista do  senador Bernardo Cabral, em 1997, foi revelado o lado religioso do então governador Amazonino Mendes. Ao ser indagado se Amazonino era católico, Cabral respondeu: “É católico. É um homem de muita leitura, um devorador de livros. Tem a sabedoria de estudar, pesquisar e ouvir  pessoas que têm alguma coisa para contribuir. Isso demonstra sabedoria”. Mas o melhor veio depois, quando o então senador revelou ser “confidente” do governador “em algumas coisas”  e completou: “Creio até que o Amazonino tenha um pouco de misticismo, em saber que Deus o escolheu para que pudesse fazer alguma coisa em favor do seu semelhante”.

NETO PROPÕE PACTO

Audiência Pública proposta pelo deputado Josué Neto (PSD), presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas vai reforçar o debate em torno das alíquotas do Imposto sobre Mercadorias e Serviços (ICMS), que está sob fogo cerrado do Estado de São Paulo. Marcada para a próxima quarta-feira (2), a audiência vai reunir expoentes da economia regional, parlamentares e empresários para discutir as possíveis alterações na lei do ICMS.

Pessoalmente, Josué Neto já defendeu a manutenção da alíquota de 12% do ICMS para a Zona Franca de Manaus, como compensação pela sustentação da cobertura florestal no Estado do Amazonas, que hoje é o mais bem preservado do país. “O Amazonas paga uma preço muito alto por manter a floresta em pé”, argumenta ele.

Josué disse que o momento exige a união e mobilização de todas as forças políticas, independente da questão partidária.

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Raimundo de Holanda é jornalista de Manaus. Passou pelo "O Jornal", "Jornal do Commercio", "A Notícia", "O Estado do Amazonas" e outros veículos de comunicação do Amazonas. Foi correspondente substituto do "Jornal do Brasil" em meados dos anos 80. Tem formação superior em Gestão Pública. Atualmente escreve a coluna Bastidores no Portal que leva seu nome.

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