Não é intervenção
Ao contrário do que divulgamos no sábado, a imposição de um diretor fiscal por tempo determinado numa empresa de plano de saúde não significa intervenção. O caso da Unimed é o mesmo adotado pela Agência Nacional de Saúde na Samel, em fevereiro do ano passado e já superado. Intervenção ocorre quando toda a diretoria é afastada. A presença de um representante da Anvisa na Unimed Manaus não tem reflexos no atendimento do usuário e pode até contribuir para a melhoria dos serviuços. Também não afeta fornecedores.
Serafim, o retorno
O ex-prefeito Serafim Correa está sendo convencido por correligionários do PSB a disputar a prefeitura de Manaus no próximo ano. Afastada por hora a possibilidade de fusão do partido com o PSD, do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, Serafim está a vontade para entrar na disputa.
Dom para o mal
O prefeito Amazonino Mendes é um fenômeno mesmo. Está sempre na mídia, mas de forma negativa. Falta aparecer um bom marketeiro para direcionar esse dom para o bem.
Coruja preguiçosa
Os engarrafamentos aumentaram no viaduto do Coroado. Além do sinal na Avenida Rodrigo Otávio, logo depois do viaduto, a prefeitura ainda colcou um corujinha, que obriga os motoristas a reduzirem a velocidade a 40 quilômetros.
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Por falar em sinal, outro ponto de estrangulamento é a Bola da Suframa, onde há também um sinal de pedestres, que é utilizado apenas por dez funcionários da SEC que dão expediente no Centro Cultural dos Povos da Amazônia.
Frase
Desabafo do deputado Francisco Praciano (PT/AM) ( dia 30.04.2011) no TWITTER : "Não estou feliz com o retorno do Delúbio Soares ao PT. A posição tomada pelo partido foi um erro".
Debate sobre jornalistas
Nesta terça-feira, dia 3, a Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado Federal vai debater a violência praticada contra jornalistas. Está previsto que a ministra da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Helena Chagas, e outros convidados sejam ouvidos sobre o tema. O aumento da violência contra repórteres tornou essa atividade uma profissão de risco.
Ser ou não ser, eis a questão
O PT do Amazonas continua na dúvida sobre o apoio total ao governo Omar Aziz (PMN). Na Assembleia Legislativa o partido tem dois deputados: Sinésio Campos e José Ricardo, que falam línguas diferentes, quando se trata da administração estadual. Por anos Sinésio reinou sozinho. É líder desde Eduardo Braga, mas não consegue liderar José Ricardo, que não para de falar mal do governo. Sinésio não encontrou ainda o jeito de calar o companheiro,até porque muitas vezes nem está present em plenário. A tarefa de defender o governo coube a Chico Preto (PP). Tanto que o próprio José Ricardo já declarou, em alto e bom, não entender como Omar ainda não nomeou Chico Preto para líder.
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O PT, como é de sua essência, divide-se em grupos internos, mas fica unido quando se trata de Lula e Dilma.Em ano pré-eleitoral,o o partido começa a sentir as dores do parto que é a eleição 2012 e precisa dar uma satisfação a Omar,que tem se mostrado muito paciente. Afinal,é o partido aliado que mais detém cargos no governo estadual.A queixa/constatação é dos outros partidos aliados.Resta saber se a direção do PT conseguirá calar a boca do José Ricardo, que faz dobradinha com o deputado federal Francisco Praciano,outro rebelde.Começou a contagem regressiva para uma resposta do PT.
Coluna do Holanda
Raimundo de Holanda é jornalista de Manaus. Passou pelo "O Jornal", "Jornal do Commercio", "A Notícia", "O Estado do Amazonas" e outros veículos de comunicação do Amazonas. Foi correspondente substituto do "Jornal do Brasil" em meados dos anos 80. Tem formação superior em Gestão Pública. Atualmente escreve a coluna Bastidores no Portal que leva seu nome.



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