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A primeira suplência de Braga é de Sandra, sua mulher, mas a tendência é que ela também abra mão da vaga para o segundo suplente, o empresário paulista e multimilionário Lírio Albino Parisotto, dono de uma fortuna de R$ 1 bilhão.
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Parisotto não deve repetir o papel pífio desempenhado por Gilberto Miranda, brindado com a vaga de senador pelo Amazonas ao se tornar suplente de Amazonino Mendes e Gilberto Mestrinho. Parisotto tem interesse no Amazonas, onde mantém a sua galinha de ovos de ouro, a Videolar, fabricante de fitas, CDs e DVDs, que tem alcançado faturamentos que superam a casa do bilhão de reais.
Prefeitura, nem pensar
O senador Eduardo Braga já decidiu que não vai disputar a prefeitura de Manaus em 2012, mas se empenhará na escolha do sucessor do prefeito Amazonino Mendes. Braga sonha mesmo é com 2014, quando pretende retornar ao governo do Amazonas.
Amazonino novinho em folha
O prefeito Amazonino Mendes está pensando na saúde. Nos últimos meses redobrou os cuidados no tratamento do diabetes: está fumando menos, brigando menos e trabalhando menos. Quer chegar em 2012 inteirinho para disputar a reeleição. O problema é saber se Manaus aguenta.
Arthur, senador ou deputado ?
O ex-senador Arthur Neto não deve ser candidato a prefeito de Manaus, mas como presidente do PSDB vai ocupar espaço importante no processo eleitoral em 2012. Quer terraplanar o terreno para disputar uma vaga de deputado federal em 2014, mas antes avaliará quais os candidatos que disputarão a vaga de senador, que será aberta com o término do mandato de Alfredo Nascimento. A ideia de ver o governador Omar Aziz disputando o Senado dá calafrios em Arthur.
Suframa paga
A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) inicia nesta segunda-feira o curso de administração para qualificar seus funcionários em parceria acertada com a Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Quer dizer, o sujeito primeiro consegue entrar na autarquia, depois faz um curso, por conta do contribuinte, melhora sua vida, sua carreira, e o serviço? Será que melhora?
A estrela que perdeu o brilho
Publio Caio não conseguiu vaga no Conselho de Procuradores do Ministério Público. Nome certo para ocupar o conselho, Caio teve uma pífia votação dos colegas. Contados os votos na sexta-feira,ele procurava explicações para o fenômeno, que só pode ser compreendido pela rejeição, ainda que tardia, a adminstração Mauro Campbel, onde foi sub-procurador geral e exerceu o cargo com amplos poderes.
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Foram eleitos os Procuradores de Justiça, Evandro Farias, Flávio Lopes, Maria José de Aquino, José Roque e Maria José Nazaré. O mais votado para o cargo de Corregedor Geral foi o Procurador Nicolau Libório, que será reconduzido para mais um mandato pelo Procurador Geral, Francisco Cruz.
ISS menor
O vereador Elias Emanuel (PSB) pegou carona na pregação do prefeito Amazonino Mendes, que já pensa em transformar Manaus em uma cidade digital com a nova estrutura da Oi. O vereador disse que vai apresentar projeto para reduzir o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) para lan houses e cyber cafés. Emanuel segue os passos do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, que propôs incentivo do ICMS para operadores no Amazonas.
No poder
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda se mantém no poder nem que seja nos discursos que vem fazendo para platéias, na maioria das vezes, petistas, como a da última quinta-feira, nas comemorações do aniversário do PT, quando disse que: “Eu apenas não estou no governo, mas sou governo quanto qualquer companheiro que está no governo. O sucesso da Dilma é o meu sucesso, o fracasso da Dilma é o meu fracasso.”
Partidos de ficção
O chororô dos partidos a respeito do valor que recebem como fundo partidário escancara uma realidade ao mostrar que os poucos filiados que agremiações partidárias consegue não tem um compromisso de afinidade ideológica ou programática com a sigla. Quer dizer, os partidos são como as peças orçamentárias do governo, mais ficção que realidade, já que seus filiados pouco ou nada contribuem para mantê-los.
Coluna do Holanda
Raimundo de Holanda é jornalista de Manaus. Passou pelo "O Jornal", "Jornal do Commercio", "A Notícia", "O Estado do Amazonas" e outros veículos de comunicação do Amazonas. Foi correspondente substituto do "Jornal do Brasil" em meados dos anos 80. Tem formação superior em Gestão Pública. Atualmente escreve a coluna Bastidores no Portal que leva seu nome.



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