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Wilson Lima defende integração entre governadores da Amazônia Legal

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Wilson Lima defende integração entre governadores da Amazônia Legal
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Manaus/AM - O governador Wilson Lima defendeu na 1ª Assembleia Geral dos Governadores da Amazônia Legal, realizada em Cuiabá (MT), a adoção de ações integradas dos governadores dos estados da região aliadas a políticas públicas. O evento encerrou nesta sexta-feira (16) o 25º Fórum de Governadores da Amazônia Legal, realizado na sede do Governo do Mato Grosso.

“É preciso começar a fazer essa reflexão e rever como é que a gente vai estabelecer esses critérios para que essas ações estejam conectadas com as políticas públicas; porque essa é uma questão estratégica. Não que o Estado vá intervir na atividade econômica, não é isso, mas a gente precisa proteger o nosso território, precisa proteger a nossa população”, declarou Wilson Lima.

Em seu discurso, o governador do Amazonas alertou, ainda, que é preciso mais atenção e investimentos na segurança pública. Wilson Lima lembrou que só o Amazonas, por exemplo, faz fronteira com três países (Colômbia, Peru e Venezuela) e que é preciso forças integradas dos estados, da União e dos países amazônicos, além de tecnologias aliadas a essas ações para a vigilância das fronteiras e combate ao crime.

Carta de Cuiabá

Os chefes de estado assinaram a Carta de Cuiabá, com o posicionamento dos gestores, que será direcionada à Cúpula da Amazônia, que acontece no Brasil em agosto. A reunião terá os oito países que partilham o território da Amazônia e tem o objetivo de produzir uma posição de consenso a respeito da floresta que será levada a debates globais sobre ação climática, a exemplo da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que ocorre em setembro.

Na Carta produzida pelos governadores, é destacado que o tamanho e a relevância da Amazônia exigem atenção em mesma magnitude, com o fortalecimento da integração regional dos estados e países que têm a Amazônia em seu território; com financiamentos e investimentos voltados especialmente aos produtores e processos produtivos sustentáveis; e com manutenção do apoio aos estados no combate a desmatamentos ilegais.

Com informações da assessoria

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