Manaus/AM - Com a volta às aulas, a circulação de vírus e outras doenças tende a aumentar, principalmente entre crianças menores de cinco anos. Diante desse cenário, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) reforçou, nesta segunda-feira (9), a importância de medidas simples de prevenção para tornar o ambiente escolar mais seguro, como higiene adequada das mãos, vacinação em dia e atenção aos primeiros sinais de adoecimento.
Segundo o órgão, atitudes comuns nessa faixa etária, como levar as mãos à boca, aos olhos e ao nariz, além do compartilhamento de brinquedos e objetos, facilitam a transmissão de doenças. A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, destacou que cuidados diários, tanto na escola quanto em casa, são essenciais. “Cuidados básicos no dia a dia, como a higiene adequada das mãos, o não compartilhamento de objetos pessoais e a manutenção da vacinação em dia, contribuem para proteger as crianças e tornam o ambiente escolar mais seguro”, afirmou.
A sanitarista do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde do Amazonas (Cievs-AM), Josielen Soares, ressaltou a importância de identificar rapidamente sinais e sintomas e comunicar casos suspeitos. “O caso suspeito de uma doença transmissível deve procurar o serviço de saúde mais próximo de sua casa. Ao informar os serviços de saúde e a escola diante de uma suspeita, é possível adotar as medidas necessárias para proteger outras crianças, familiares e a comunidade”, explicou.
A FVS-RCP também alertou para doenças comuns entre crianças, como a Doença Mão-Pé-Boca e a catapora (varicela), que apresentam sintomas diferentes, apesar de ambas causarem lesões na pele. No caso da catapora, a prevenção pode ser feita por vacina disponível no calendário nacional. Entre as orientações estão lavar as mãos com frequência, não compartilhar copos e garrafas, higienizar recipientes de uso diário, cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar e manter a caderneta de vacinação atualizada. Em caso de suspeita de doença, a recomendação é procurar a unidade básica de saúde.


