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Nesta terça-feira os vereadores da Câmara Municipal de Manaus se posicionaram contrários a qualquer medida que prejudique a transparência e a moral dos trabalhos da Casa junto à população. Segundo os parlamentares, não existe a menor possibilidade do Parlamento realizar reuniões secretas e pagamentos de extras.
O presidente da Casa, vereador Bosco Saraiva, foi enfático ao falar que não permitirá em sua gestão que ocorra qualquer medida que venha a prejudicar a imagem, os trabalhos e a moral do Parlamento. “Enquanto eu estiver aqui o Parlamento Municipal será guiado pela transparência, sem que haja reuniões secretas ou pagamento de extras. É importante que o povo saiba que a CMM está cada vez mais aberta e simples, para que o povo tenha acesso ao nosso trabalho e seus resultados. Mais dia, menos dia, o povo perceberá que a Câmara está cada vez mais próxima e ciente de suas demandas”, ressaltou.
Os vereadores Luiz Alberto Carijó e Elias Emanuel defenderam a evolução do desempenho do Parlamento Municipal ao longo dos anos. “Desde 2005 eu sou vereador e não vi esta Casa tomar nenhuma medida que resultasse em retrocesso. Como mostras disso podemos citar a extinção do voto secreto, das reuniões secretas, do pagamento de extras e mais recentemente, o fim do auxílio paletó”, afirmou Elias Emanuel.
O ex-presidente da CMM, vereador Isaac Tayah, assumiu que já foi favorável ao voto secreto, mas afirmou que hoje não há espaço para esse tipo de atitude.

