O presidente da Câmara Municipal de Manaus (CMM), Isaac Tayah (PSD) ameaçou punir os vereadores fujões com desconto em seus salários. A ameaça é uma tentativa de evitar o esvaziamento do plenário na hora do pequeno e grande expedientes. O desconto é previsto no Regimento Interno da casa.
Tayah reclamou que na maioria dos dias de plenário não existe vereadores suficientes para iniciar o debate, que deve ter quórum mínimo de 13 parlamentares. No entanto, a Tribuna Popular, que é a primeira atividade do dia, começa geralmente com 11 vereadores. “Não dá para ficar chamando os vereadores para o plenário. Quando foram eleitos sabiam que de segunda a quarta-feira, das 9h às 12h, devem estar no plenário”, disse o presidente.
“Vamos chamar as lideranças para ver se conseguimos evitar o esvaziamento do plenário na Ordem do Dia”, informou Tayah. O vereador Paulo De Carli (PSDB) defendeu a redução do número de Tribuna Popular, que, dependendo do assunto, PODE ter até três por dia. Na avaliação do parlamentar, essa medida poderia motivar mais os colegas. A vereadora Lúcia Antony (PC do B) também reclamou da ausência dos demais vereadores. Segundo ela, os que estão no início da sessão são os mesmo que estão nos debates finais.

