A Terceira Vara Federal deve decidir nos próximos dias o destino dos proprietários da Construtora Exata - Francisco Juarez de Oliveira e Raimundo Antônio da Silva. Eles são acusados de sonegar impostos, com dívida que soma R$ 500 milhões, valores corrigidos desde 1995. Em 2000, Francisco foi preso por sonegaçÃo fiscal e crime contra a ordem tributária.
Na Policia Federal, uma surpresa: Francisco e Raimundo disseram que não sabiam que eram sócios da construtora, mas ficaram 15 dias presos. E nova surpresa: Na carceragem da PF, segundo Francisco, apareceu o advogado Júlio Berneira, levando nas mãos um habeas corpus.
Ao ser colocado em liberdade - diz ele - recebeu a visita de um emissário, segundo Francisco, enviado pelo empresário Otávio Raman Neves, "o verdadeiro dono da Exata".
- Ele propôs me dar uma grande soma em dinheiro . Eu deveria viajar e sumir". Francisco, sem dinheiro e sem ter onde morar, ficou interessado na proposta. Mas o emissário não mais retornou.
- Estou peocupado com a sentença. São R$ 500 milhões, que não usufrui, diz ele, para reafirmar que a Exata, que já foi do atual prefeito Amazonino Mendes, pertence Otávio Raman Neves e seu irmão S. Raman Neves
_ Ele usou indevidamente o meu CPI, me tornou sócio de um negócio falido, sem o meu conhecimento, e agora posso voltar a se preso, reclama o vaqueiro, que disse nunca ter lidado com construtura.
"Eu fui contratado pela Exata como vaqueiro, só sei ordenhar vaca e puxar chifre de boi, revela Franscisco, revoltado.
- O que eu queria mesmo era pegar no chifre dessa gente que me enganou e faze "valeu boi", que é o ato de dominar e jogar o boi no chão.
Francisco revelou que teme ser assassinado. "Já tentaram uma vez e escapei".
Na Policia Federal, uma surpresa: Francisco e Raimundo disseram que não sabiam que eram sócios da construtora, mas ficaram 15 dias presos. E nova surpresa: Na carceragem da PF, segundo Francisco, apareceu o advogado Júlio Berneira, levando nas mãos um habeas corpus.
Ao ser colocado em liberdade - diz ele - recebeu a visita de um emissário, segundo Francisco, enviado pelo empresário Otávio Raman Neves, "o verdadeiro dono da Exata".
- Ele propôs me dar uma grande soma em dinheiro . Eu deveria viajar e sumir". Francisco, sem dinheiro e sem ter onde morar, ficou interessado na proposta. Mas o emissário não mais retornou.
- Estou peocupado com a sentença. São R$ 500 milhões, que não usufrui, diz ele, para reafirmar que a Exata, que já foi do atual prefeito Amazonino Mendes, pertence Otávio Raman Neves e seu irmão S. Raman Neves
_ Ele usou indevidamente o meu CPI, me tornou sócio de um negócio falido, sem o meu conhecimento, e agora posso voltar a se preso, reclama o vaqueiro, que disse nunca ter lidado com construtura.
"Eu fui contratado pela Exata como vaqueiro, só sei ordenhar vaca e puxar chifre de boi, revela Franscisco, revoltado.
- O que eu queria mesmo era pegar no chifre dessa gente que me enganou e faze "valeu boi", que é o ato de dominar e jogar o boi no chão.
Francisco revelou que teme ser assassinado. "Já tentaram uma vez e escapei".



