Os Ministério Público de Contas ingressou com representação junto ao Tribunal de Contas do Estado para apurar eventual ilegalidade na concorrência pública número 31/2010 – Comissão Geral de Licitação (CGL) - que tem como objetivo a implantação do sistema de transporte monotrilho na região metropolitana de Manaus.
Na prática, o tribunal e "convocado" pelos procuradores Ruy Marcelo Alencar de Mendonça, Roberto Krichanã, Elissandra Monteiro de Menezes e Evelyn Freire de Carvalho Pareja, a acompanhar o processo de fiscalização deflagrado pelos Ministérios Públicos Federal e Estadual.
Em outubro do ano passado a Controladoria-Geral da União (CGU) confirmou irregularidades apontadas pelo Ministério Público Federal no Amazonas (MPF/AM) e pelo Ministério Público do Estado ) no projeto básico do monotrilho, cujo custo está estimado em R$ 1,3 bilhão.
O projeto básico do monotrilho foi objeto de perícia técnica da 5ª Câmara de Coordenação e Revisão (CCR) do MPF, que identificou que o documento não possui o detalhamento adequado do projeto arquitetônico das estações, fundações, estrutura, instalações elétricas, hidráulicas, sanitárias, lógica, sinalização e climatização.
Na prática, o tribunal e "convocado" pelos procuradores Ruy Marcelo Alencar de Mendonça, Roberto Krichanã, Elissandra Monteiro de Menezes e Evelyn Freire de Carvalho Pareja, a acompanhar o processo de fiscalização deflagrado pelos Ministérios Públicos Federal e Estadual.
Em outubro do ano passado a Controladoria-Geral da União (CGU) confirmou irregularidades apontadas pelo Ministério Público Federal no Amazonas (MPF/AM) e pelo Ministério Público do Estado ) no projeto básico do monotrilho, cujo custo está estimado em R$ 1,3 bilhão.
O projeto básico do monotrilho foi objeto de perícia técnica da 5ª Câmara de Coordenação e Revisão (CCR) do MPF, que identificou que o documento não possui o detalhamento adequado do projeto arquitetônico das estações, fundações, estrutura, instalações elétricas, hidráulicas, sanitárias, lógica, sinalização e climatização.


