Depois de sete meses analisando o processo da Emparsanco, que teria recebido R$ 87 milhões por obras não realizadas no municipio de Manaus, o conselheiro Mário Filho, do Tribunal de Contas do Estado, alegou motivo de foro íntimo e abandonou o caso nesta quinta-feira. O presidente do TCE, Júlio Pinheiro, designou como novo relator o conselheiro Josué Filho e pediu agilidade para que o processo seja votado em plenário.
Uma auditoria feita pelo tribunal nas contas da Prefeitura de Manaus identificou que a Prefeitura pagou por serviços de tapa-buraco, encomendados a emparsanco, sem que a empresa realizasse a totalidade dos serviços contratados.
A Emparsanco também responde a inquérito na Polícia federal por suposta sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. Durante o processo eleitoral do ano passado, o vendedor ambulante Edivaldo Lopes de Aguiar foi preso pela Polícia Federal ao tentar sacar, com uma identidade falsa, R$ 5 milhões de uma conta da Santher , uma empresa fornecedora de material de construção civil para a Emparsanco. Há suspeita de que o dinheiro saiu da conta da empresa para a Santher.
A Emparsanco aparece como doadora de R$ 1,5 milhão para o PMDB do Amazonas, partido do senador eleitor Eduardo Braga.
Uma auditoria feita pelo tribunal nas contas da Prefeitura de Manaus identificou que a Prefeitura pagou por serviços de tapa-buraco, encomendados a emparsanco, sem que a empresa realizasse a totalidade dos serviços contratados.
A Emparsanco também responde a inquérito na Polícia federal por suposta sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. Durante o processo eleitoral do ano passado, o vendedor ambulante Edivaldo Lopes de Aguiar foi preso pela Polícia Federal ao tentar sacar, com uma identidade falsa, R$ 5 milhões de uma conta da Santher , uma empresa fornecedora de material de construção civil para a Emparsanco. Há suspeita de que o dinheiro saiu da conta da empresa para a Santher.
A Emparsanco aparece como doadora de R$ 1,5 milhão para o PMDB do Amazonas, partido do senador eleitor Eduardo Braga.



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