O Tribunal de Justiça do Amazonas mantinha atos secretos, isto é, nomeações não publicadas de parentes e indicados de politicos, especialmente na administração Francisco Auzier. Estes atos - cerca de 400, envolvendo indicações de funcionários para cargos de confiança - estão sendo publicados nas 449 páginas do Diário Eletrônico desta quinta-feira.
A publicação dos atos, que estavam engavetados, é o primeiro passo para a demissão de cerca de 700 funcionários que entraram pela porta dos fundos do tribunal e contribuiram para minar os recursos da instituição, que tem pedido ajuda para sanar dívidas e honrar o pagamento dos servidores.
A maioria dos contratados, segundo o Blog do Holanda apurou, eram indicações dos próprios desembargadores e politicos.
Anteontem, ao tomar posse como presidente do Tribunal de Justiça, o desembargador João Simões revelou que o déficit acumulado desde 2008 até maio do corrente ano já chega a R$ 123.3 milhões.
— Essa dívida representa 78% do orçamento anual, previsto para este ano - de R$ 237,2 milhões – informou o presidente.
O desembargador não disse o que estava por trás desse deficit, mas a publicação dos atos revela que o inchaço da máquina contribuiu para o comprometimento das finanças do tribunal.
Foto: Os atos são da gestão Francisco Auzier (D), mas ao assumir, Domingos Chalub (E) não apenas os manteve na gaveta, como continuou a contratar irregularmente servidores para ocupar cargos de confiança no Tribunal de Justiça do Amazonas.
A publicação dos atos, que estavam engavetados, é o primeiro passo para a demissão de cerca de 700 funcionários que entraram pela porta dos fundos do tribunal e contribuiram para minar os recursos da instituição, que tem pedido ajuda para sanar dívidas e honrar o pagamento dos servidores.
A maioria dos contratados, segundo o Blog do Holanda apurou, eram indicações dos próprios desembargadores e politicos.
Anteontem, ao tomar posse como presidente do Tribunal de Justiça, o desembargador João Simões revelou que o déficit acumulado desde 2008 até maio do corrente ano já chega a R$ 123.3 milhões.
— Essa dívida representa 78% do orçamento anual, previsto para este ano - de R$ 237,2 milhões – informou o presidente.
O desembargador não disse o que estava por trás desse deficit, mas a publicação dos atos revela que o inchaço da máquina contribuiu para o comprometimento das finanças do tribunal.
Foto: Os atos são da gestão Francisco Auzier (D), mas ao assumir, Domingos Chalub (E) não apenas os manteve na gaveta, como continuou a contratar irregularmente servidores para ocupar cargos de confiança no Tribunal de Justiça do Amazonas.



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