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TJam desrespeita liminar e mantém candidatos "detidos" por três horas

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Os advogados Adalto Nazaré Maués e Thereza Christina Caxeixa de Oliveira conseguiram liminar para fazer a prova discursiva do concurso para juiz substituto do Tribunal de Justiça do Amazonas, que teve início às 13h de  quarta-feira (04), na Escola de Tempo Integral Gilberto Mestrinho,  mas acabaram trancados em uma sala por determinação, segundo afirmaram, do coordenador do concurso, o desembargador   Aristóteles Lima Thury. Enquanto Adalto Nazaré Maués e Thereza Christina permaneciam detidos, juntamente com outros dois candidatos, o desembargador trabalhou para derrubar a liminar, o que só ocorreu as 15 horas. Foi quando os candidatos, acompanhados por policiais, deixaram o colégio.  

A liminar foi concedida  pelo juiz Ronnie Frank Torres Stone, da 1ª Vara da Fazenda Pública Estadual da Comarca de Manaus, e revogada ontem ainda pelo presidente do Tribunal, Ari Moutinho. 

O representante da OAB no concurso não compareceu e o presidente da Ordem, Alberto Simonneti, até ontem à noite não havia se manifestado sobre o assunto.

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