O desembargador Rafael de Araújo Romano solicitou ao Pleno do Tribunal de Justiça do Amazonas data para julgamento da denúncia oferecida pelo procurador de Justiça, João Bosco Sá Valente, contra o promotor Cândido Honório Filho.
De acordo com a denúncia encaminhada ao TJAM, a proximidade de Cândido Honório com o empresário Mouhamad Mourad, que disputava terras no Tarumã, e o pistoleiro Martini Martiniano era tão notória que o fato não escapou "à aguçada percepção de setores da imprensa local".
O promotor, cuja promoção a procurador foi obstaculizada pelo Conselho de Procuradores, tem dito que é vitima de perseguição e que nada o liga ou ligou a Martiniano ou a Mouhamad Mourad.
Mas o procurador de Justiça, João Bosco Sá Valente, que assinou a denúncia, diz que Martini Martiniano, ao ser ouvido pelo Ministério Público do Estado do Acre, na presença de seu advogado, fez várias referências à cobertura que Cândido Honório dava às atividades de uma organização criminosa identificada pela sigla JWC.
Martiniano fugiu de Manaus após subornar um desembargador, segundo disse, mas acabou assassinado depois das denúncias que envolveram membros do judiciário amazonense, oficiais da Policia da Militar do Amazonas e agentes da Polícia Civil. O crime ocorreu dentro do presídio, no Acre.
Thomaz investigado
Outro investigado pelo Ministério Público é o secretário de Inteligência, Thomaz de Vasconcelos Dias. Martiniano se referiu a um Thomaz, policial do Amazonas, que daria retaguarda à organização criminosa. A corregedoria da polícia civil chegou a abrir ano passado uma sindicância para apurar se o Thomaz citado por Martiniano é o secretário de Inteligência, mas as investigações estão paralisadas.
De acordo com a denúncia encaminhada ao TJAM, a proximidade de Cândido Honório com o empresário Mouhamad Mourad, que disputava terras no Tarumã, e o pistoleiro Martini Martiniano era tão notória que o fato não escapou "à aguçada percepção de setores da imprensa local".
O promotor, cuja promoção a procurador foi obstaculizada pelo Conselho de Procuradores, tem dito que é vitima de perseguição e que nada o liga ou ligou a Martiniano ou a Mouhamad Mourad.
Mas o procurador de Justiça, João Bosco Sá Valente, que assinou a denúncia, diz que Martini Martiniano, ao ser ouvido pelo Ministério Público do Estado do Acre, na presença de seu advogado, fez várias referências à cobertura que Cândido Honório dava às atividades de uma organização criminosa identificada pela sigla JWC.
Martiniano fugiu de Manaus após subornar um desembargador, segundo disse, mas acabou assassinado depois das denúncias que envolveram membros do judiciário amazonense, oficiais da Policia da Militar do Amazonas e agentes da Polícia Civil. O crime ocorreu dentro do presídio, no Acre.
Thomaz investigado
Outro investigado pelo Ministério Público é o secretário de Inteligência, Thomaz de Vasconcelos Dias. Martiniano se referiu a um Thomaz, policial do Amazonas, que daria retaguarda à organização criminosa. A corregedoria da polícia civil chegou a abrir ano passado uma sindicância para apurar se o Thomaz citado por Martiniano é o secretário de Inteligência, mas as investigações estão paralisadas.



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