O MPC sugeriu a irregularidade das contas, aplicação de multa aos desembargadores e mais representação ao Ministério Público Estadual. De acordo com o parecer do órgão ministerial, os ordenadores de despesas fragmentaram despesas.
Mas o relator da matéria, o vice-presidente do TCE, conselheiro Érico Xavier Desterro e Silva, votou pela regularidade com ressalvas, recomendando que o órgão observe as compras realizadas, justificando o preço e a escolha.
A Corte, em unanimidade, acompanhou o voto de Desterro e Silva e os desembargadores Hosannah e Auzier, que tiveram as contas reprovadas pelo parecer do Ministério Público, escaparam ainda de uma multa.

