Apesar das denúncias de que houve um habeas corpos em favor de Martini Martiniano, em 2008, não consta esse registro no site do Tribunal de Justiça do Amazonas. O HC, que teria custado R$ 400 mil, de acordo com o próprio Martini, teria sido concedido pelo desembargador Rui Morato, afastado pelo Conselho Nacional de Justiça. Hoje, ao aceitar a denúncia contra o promotor Cândido Honório, acusado de ter advogado para Martini (advocacia administrativa) e de integrar uma organização criminosa, não considerou a defesa do promotor, nem o que ele chama de falta de provas para sustentar a denúncia, qualificada como "vazia
Segundo Honório, o processo que resultou no HC mais caro da história do judiciário amazonense nunca existiu e foi inventado para desmoralizá-lo.
Vingança
Por trás do caso Martini Martiniano estaria o ministro do STJ. Mauro Campbel Marques. Campbel, de acordo com Honório, utiliza seu poder politico no estado, e de ministro do Superior Tribunal de Justiça, para persegui-lo.
Foi Martiniano que colocou Honório no calderão do caso do atentado ao então procurador do Ministério Público Amazonense. Seria Cândido o mentor intelectual do plano para assassinar Campbel e cujo mandante, de acordo com a polícia, foi o ex-chefe do Ministério Público, Vicente Cruz.
Ano passado Cândido deixou de ser promovido a procurador por causa dessa denúncia. O promotor diz que estranhou a presença do ministro, em abril deste ano, no Acre, para participar de um depoimento de Martini Martiniano, que semanas depois foi assassinado dentro do presídio.
Segundo Honório, o processo que resultou no HC mais caro da história do judiciário amazonense nunca existiu e foi inventado para desmoralizá-lo.
Vingança
Por trás do caso Martini Martiniano estaria o ministro do STJ. Mauro Campbel Marques. Campbel, de acordo com Honório, utiliza seu poder politico no estado, e de ministro do Superior Tribunal de Justiça, para persegui-lo.
Foi Martiniano que colocou Honório no calderão do caso do atentado ao então procurador do Ministério Público Amazonense. Seria Cândido o mentor intelectual do plano para assassinar Campbel e cujo mandante, de acordo com a polícia, foi o ex-chefe do Ministério Público, Vicente Cruz.
Ano passado Cândido deixou de ser promovido a procurador por causa dessa denúncia. O promotor diz que estranhou a presença do ministro, em abril deste ano, no Acre, para participar de um depoimento de Martini Martiniano, que semanas depois foi assassinado dentro do presídio.




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