O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas se reuniu na manhã desta quarta-feira com membros do Sindicato dos Rodoviários para discutirem reivindicações relacionadas a Convenção Coletiva dos Trabalhadores 2014/2015, cuja data base é o dia 1º de maio.
De acordo com o assessor jurídico do Sinetram, Fernando Borges, os pontos discutidos serão analisados pelo órgão, mas que depende também da autorização da prefeitura para realizar tal procedimento para ser inserido na Convenção Coletiva dos Trabalhadores. Na reunião ficou acordado que não se falaria em greve até a aprovação da convenção.
“As reivindicações, como acréscimo de dependente no plano de saúde, podem vir a ingressar na convenção se forem aceitas. Ressaltamos que qualquer benefício que não exista hoje na convenção e venha a ser acrescentado, depende da anuência do prefeito, pois isso pode impactar no aumento da tarifa. Quem dá o preço é o prefeito, pois se ele falar que não tem como mexer na tarifa, não terá como acrescentar na convenção”, informou.
Ainda de acordo com Borges, caso os sindicalistas realizem a paralisação, o Sinetram irá entrar com uma ação judicial pedindo a ilegalidade do movimento, e que seja aplicada uma multa de R$ 50 mil por hora de paralisação.

