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Síndromes respiratórias graves aumentam no Amazonas, aponta Fiocruz

Síndromes respiratórias graves aumentam no Amazonas, aponta Fiocruz
Síndromes respiratórias graves aumentam no Amazonas, aponta Fiocruz

Manaus/AM - O estado do Amazonas está entre os quatro do país que apresentam crescimento de casos de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG) nesta semana, fato que inclui também a capital, Manaus, de acordo com o novo boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Esse aumento, de acordo com pesquisadores da Fiocruz, está associado ao vírus influenza A, porém ainda sem sinal claro de tendência e com volume baixo de casos.

Das 27 unidades federativas, além do Amazonas, Acre, Espírito Santo e Pernambuco apresentam crescimento de SRAG na tendência de longo prazo.  

Entre as capitais, seis apresentam crescimento de SRAG na tendência de longo prazo até o mesmo período, que são Manaus, João Pessoa, Porto Velho, Rio Branco, São Luís e Vitória.

O novo boletim informa ainda que no Amazonas, ainda com um volume baixo de casos, o acompanhamento nas próximas semanas poderá indicar que se trata de ocorrências esporádicas ou de início de temporada.

O pesquisador Marcelo Gomes, da Fiocruz, explicou que a avaliação só poderá ser feita com mais clareza nas análises seguintes e orienta para a população manter a atenção.

Outro destaque feito por ele é quanto aos dados indicando predomínio dos casos positivos para Sars-CoV-2 (Covid-19) na população adulta. Nas crianças de 0 a 4 anos, o vírus sincicial respiratório (VSR) mantém presença expressiva especialmente no Espírito Santo, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo, e nos três estados da região Sul.

Desses, apenas o Distrito Federal aponta para manutenção de patamar elevado de SRAG nessa faixa etária. Os demais já apontam para redução ao longo do mês de janeiro. 

Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos como resultado positivo para vírus respiratórios foi de 1,3% para influenza A; 1,1% para influenza B; 24,8% para vírus sincicial respiratório (VSR); e 61,7% para Sars-CoV-2. Entre os óbitos, a presença destes mesmos vírus entre os positivos foi de 2,0% para influenza A; 0,5% para influenza B; 5% para VSR; e 91,0% para Sars-CoV-2.

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