A decisão da Prefeitura de Manaus de romper com o Instituto Cidades, que vinha realizando inscrições para o concurso da Secretaria Municipal de Educação foi provocada pelo Ministério Público de Contas. O instituto foi envolvido em denúncias de fraude em concurso realizado pela Defensoria Pública do Estado do Amazonas
O procurador Roberto Cavalcanti Krichanã da Silva ingressou na última terça-feira com representação no TCE solicitando medida cautelar para suspender aos editais nº 02/2011 e 03/2011, para ingresso nos quadros da SEMED.
De acordo com o procurador de contas, dois fatos determinam o cancelamento do concurso. A idoneidade do Instituto Cidades, o mesmo que realizou o o certame da Defensoria Pública do Estado e que acabou suspenso por irregularidades, e contrato com dispensa de processo licitatório em desconformidade com a lei.
O vice-presidente do TCE, conselheiro, Érico Xavier Desterro e Silva, presidente em exercício deu um prazo de cinco dias para o sceretário municipal de Administração, José Antônio de Assunção, apresentar defesa, antes de decidir a respeito da liminar pleiteada pelo Ministério Público de Contas. mas Assun;caoi j;a decidiuu romper com o instituto.

