O dinheiro do resgate de Wellington Lins foi jogado pela familia numa área de mata fechada nas próximidades do posto de gasolina localizado na estrada do Aeroporto Eduardo Gomes, na noite de ontem, conforme exigência dos sequestradores, e o empresário libertado próximo a outro posto de combustível, localizado na saida da estrada BR 174, a 500 metros da barreira da Polícia Militar.
A informação é da mulher do empresário, Maria do Carmo Lins, em entrevista ao CBN Manaus.
Maria do Carmo disse que os sequestradores do marido mantiveram contato com ela desde as 15 horas de sábado e dessa conversa deduziu que eram pessoas de fora de Manaus. Ela admitiu que eles sabiam da rotina do marido, o que levanta a suspeita de mais gente, provavlemente ex-funcionários, envolvida.
Ela contou ainda que Wellington ficou todo o tempo com um capuz e que não sabe indicar o local do cativeiro.
O sequestro ocorreu na saida da chácara do empresário.
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