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Recursos privados devem alavancar ações geradoras de negócios no CBA

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Em sua participação na 281ª reunião do Conselho de Desenvolvimento do Amazonas (Codam), ocorrida nesta quinta-feira (29), na sede da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), o superintendente da Suframa, Alfredo Menezes, buscou ressaltar a recente modificação de marcos regulatórios relacionados à autarquia que poderão impactar positivamente na atração de novos investimentos e na agilização do atendimento de demandas empresariais em benefício da região, além de enfatizar a importância dos recursos privados para o CBA.

De acordo com Menezes, a edição tanto da Portaria Interministerial nº 32/2019, que disciplina o funcionamento do Grupo Técnico Interministerial de Análise de Processos Produtivos Básicos (PPBs) e os procedimentos de análise e aprovação de PPBs, quanto da Resolução CAS nº 204/2019, que dispõe sobre a apresentação, análise, aprovação e acompanhamento de projetos industriais pela Suframa, vai proporcionar autonomia e celeridade à instituição na aprovação de novos negócios para o Polo Industrial de Manaus (PIM). 

“Alguns projetos que estamos vendo na pauta da reunião do Codam, hoje, também estiveram em análise na última reunião do CAS. É importante salientar que aprovamos recentemente três marcos regulatórios que estavam pendentes há praticamente quatro anos, e eram situações que estavam impedindo que pudéssemos decolar. A união da Portaria 32 do GT-PPB com a Resolução 204, que dá autonomia ao superintendente de aprovar projetos diretamente de até US$ 24 milhões, vai dar uma celeridade muito grande para a chancela de novos investimentos”, destacou Menezes.

CBA movido a recursos privados

Menezes também explicou a atual situação envolvendo o Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA) e o plano de governança elaborado pela autarquia, em parceria com o Ministério da Economia, para impulsionar a atuação do CBA e transformá-lo em um centro indutor da geração de negócios envolvendo ativos da biodiversidade amazônica. “Temos uma grande oportunidade no CBA. Nossa ideia inicial é que 90% das ações, a partir de agora, sejam focadas na geração de negócios. Queremos um instituto funcionando com pernas próprias, com praticamente nenhum recurso público e a maior parte de recursos privados. Esse é nosso projeto para que possamos impulsionar o CBA e gerar negócios saudáveis para a economia do nosso Estado e da nossa região”, defendeu o superintendente.

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