Início Amazonas Receita se manifesta sobre portos de Manaus serem ‘porta aberta’ para contrabando
Amazonas

Receita se manifesta sobre portos de Manaus serem ‘porta aberta’ para contrabando

Alfândega

Envie
Envie

Manaus/AM - A Alfândega do Porto de Manaus, unidade da Receita Federal do Brasil, se manifestou em relação a como funciona a fiscalização e controle aduaneiro do comércio internacional nos Portos Chibatão e Superterminais, após as suspeitas de facilitação para o contrabando, principalmente de madeira ilegal no Estado. O órgão explicou que não possui atuação fiscal, com recolhimento de impostos, mas busca coibir o contrabando mesmo não tendo como inspecionar 100% das cargas. A manifestação da Receita ocorre depois de editorial publicado pelo Portal do Holanda) com base em procedimento aberto pelo Ministério Público Federal.

"Nessa linha de atuação mundial a Receita Federal do Brasil trabalha nos portos alfandegados de forma assertiva ao utilizar procedimentos de análise de risco, escaneamento de contêineres e equipamentos de vigilância remota. Ao identificar uma atividade que possa ser um risco para o controle aduaneiro a Receita Federal do Brasil aciona suas equipes de Vigilância e Repressão para realizarem ações de combate ao contrabando e descaminho”, informou a Receita.

A discussão sobre a ineficiência da fiscalização em portos da capital amazonense cresceu após ser deflagrada a operação Arquimedes, que apura comércio ilegal de madeira no Amazonas. A Receita informou que a operação do Ministério Público Federal (MPF) se deu após denúncia da Alfândega que deu o alerta sobre irregularidades no controle dos portos. 

“Diante dos fatos apresentados a Alfândega do Porto de Manaus refuta a informação de que os Portos Chibatão e Superterminais são “porta aberta” para o contrabando em Manaus, pois diuturnamente realiza procedimentos de fiscalização e controle aduaneiro nesses locais, definidos legalmente como Zonas Primárias. O órgão atua de acordo com padrões internacionais estabelecidos ao utilizar métodos que visam facilitar as atividades lícitas e identificar e coibir as atividades ilícitas”, esclareceu o órgão federal.

Siga-nos no

Google News