Os 78 presos da penitenciária de Parintins que iniciaram uma rebelião na noite de ontem, em protesto contra a falta de água e energia, resolveram negociar. O prisioneiro Gilmar Mendes, mantido como refém, foi libertado. Os demais presos se entregaram. O presídio foi ocupado por policiais da PM, enviados de Manaus.
O presídio tem capacidade para apenas 32 detentos. A superlotação também foi uma das causas da rebelião.
Presos do sistema semi-aberto, que não participaram do movimento, foram os primeiros a deixar o presídio, depois de receberem, ainda pela manhã, autorização da juiza Melissa Sanches, que já foi ao presidio tentar negociar o fim da rebelião.
Os prisioneiros tiveram a garantia do restabelecimento da energia elétrica, cortada durante a semana, e que o fornecimento de água voltará a ocorrer, nem que seja via carro pipa. Alguns presos serão transferidos para Manaus, uma vez que o presídio só comporta 30 pessoas.
O presídio tem capacidade para apenas 32 detentos. A superlotação também foi uma das causas da rebelião.
Presos do sistema semi-aberto, que não participaram do movimento, foram os primeiros a deixar o presídio, depois de receberem, ainda pela manhã, autorização da juiza Melissa Sanches, que já foi ao presidio tentar negociar o fim da rebelião.
Os prisioneiros tiveram a garantia do restabelecimento da energia elétrica, cortada durante a semana, e que o fornecimento de água voltará a ocorrer, nem que seja via carro pipa. Alguns presos serão transferidos para Manaus, uma vez que o presídio só comporta 30 pessoas.



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