O presídio tem capacidade para apenas 32 detentos. A superlotação também foi uma das causas da rebelião.
Presos do sistema semi-aberto, que não participaram do movimento, foram os primeiros a deixar o presídio, depois de receberem, ainda pela manhã, autorização da juiza Melissa Sanches, que já foi ao presidio tentar negociar o fim da rebelião.
Os prisioneiros tiveram a garantia do restabelecimento da energia elétrica, cortada durante a semana, e que o fornecimento de água voltará a ocorrer, nem que seja via carro pipa. Alguns presos serão transferidos para Manaus, uma vez que o presídio só comporta 30 pessoas.

