Manaus - O promotor de justiça Jonas Neto Camelo, aposentado compulsoriamente pelo Conselho Nacional do Ministério Público (teria vendido uma casa superfaturada em Apuí para o MP do Amazonas), ajuizou ação de indenização a titulo de danos morais contra o Estado do Amazonas, o MP e a promotora de justiça Christiane Brandt.
Ele alega que a sua prisão e remoção para Manaus, ocorrida em 28 de março do ano passado, não foi comunicada à sua familia e que padeceu de legalidade. O promotor está pedindo R$ 3 milhoes de indenização (pelo dano moral sofrido) à promotora do caso, Christiane Brandt,ao estado do Amazonas e ao Ministério Público.
Camelo não foi preso pelo escândalo da venda do imóvel supostamente superfaturado, mas porque se envolveu numa tentativa de homicidio em 2011 contra Osvaldo Santos de Souza.
Depois do ocorrido, o Ministério Público chegou a expedir nota na qual dizia que “o promotor aposentado tentou contra a vida da vítima Osvaldo Santos de Souza, a qual se encontra hospitalizado em estado grave”. Outras três tiveram a prisão preventiva decretada por suspeita de participação no suposto atentado.
