O promotor de justiça Rogério Marques Santos recorreu da sentença de pronúncia que poderá levar o empresário Leandro Guerreiro - acusado de matar o policial Raylen Caldas Gomes - ao banco dos réus. Raylen foi morto com um tiro no rosto dia 2 de dezembro de 2009, no interior da loja Word Micro Computadores, localizada na avenida Álvaro Botelho.
A sentença de pronúncia é do juiz Eliezer Fernandes Júnior, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, que julgou procedente a denúncia, apesar dos advogados do empresário terem alegado legítima defesa putativa. De acordo com o magistrado, a materialidade do crime está comprovada. Eliezer também não acatou o parecer do promotor, que pedia a desclassificação de homicídio doloso para homicídio culposo ou sem intenção de matar
A sentença de pronúncia é do juiz Eliezer Fernandes Júnior, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, que julgou procedente a denúncia, apesar dos advogados do empresário terem alegado legítima defesa putativa. De acordo com o magistrado, a materialidade do crime está comprovada. Eliezer também não acatou o parecer do promotor, que pedia a desclassificação de homicídio doloso para homicídio culposo ou sem intenção de matar
Entenda o caso
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GUERREIRO - A ÚNICA VEZ QUE FOI À POLÍCIA PRESTAR DEPOIMENTO, EM 2010 LEVOU UM GRUPO DE ADVOGADOS E DELEGADOS PARA LHE DAR PROTEÇÃO. PASSOU 30 SEGUNDOS NA DELEGACIA.
Railen Caldas foi morto em 2 de dezembro de 2009 depois de uma discussão com o vigilante Francisco Augusto Vieira Magalhães, da loja Word Micro, localizado no Boulevard Amazonas, por uma vaga no estacionamento.
De acordo com testemunhas, por volta 12h, a vítima estacionou seu carro, um Pálio Weekend, cor prata, placas JXH 0873, em frente à loja de informática. Foi quando se aproximou o segurança Francisco Magalhães.
Houve uma discussão do vigilante com um flanelinha. O policial que estava acompanhado de sua esposa Maria do Socorro Caldas Gomes, voltou ao estacionamento e ao ver o segurança armado se identificou como policial, entrando na loja para falar com o patrão de Francisco.
Em depoimento a esposa diz que Railen se identificou para a recepcionista, foi quando Leandro Guerreiro e desferiu o tiro.
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GUERREIRO - A ÚNICA VEZ QUE FOI À POLÍCIA PRESTAR DEPOIMENTO, EM 2010 LEVOU UM GRUPO DE ADVOGADOS E DELEGADOS PARA LHE DAR PROTEÇÃO. PASSOU 30 SEGUNDOS NA DELEGACIA.
Railen Caldas foi morto em 2 de dezembro de 2009 depois de uma discussão com o vigilante Francisco Augusto Vieira Magalhães, da loja Word Micro, localizado no Boulevard Amazonas, por uma vaga no estacionamento.
De acordo com testemunhas, por volta 12h, a vítima estacionou seu carro, um Pálio Weekend, cor prata, placas JXH 0873, em frente à loja de informática. Foi quando se aproximou o segurança Francisco Magalhães.
Houve uma discussão do vigilante com um flanelinha. O policial que estava acompanhado de sua esposa Maria do Socorro Caldas Gomes, voltou ao estacionamento e ao ver o segurança armado se identificou como policial, entrando na loja para falar com o patrão de Francisco.
Em depoimento a esposa diz que Railen se identificou para a recepcionista, foi quando Leandro Guerreiro e desferiu o tiro.

