Foram adiadas mais uma vez as oitivas das testemunhas de acusação do caso que envolve o empresário Leandro do Nascimento Guerreiro, acusado de matar com um tiro no rosto o policial civil Raylen Caldas Gomes, dia 2 de dezembro do ano passado, no interior da loja World Micro, localizada na avenida Boulevard Álvaro Maia.
Desta vez as testemunhas Maria do Perpétuo Socorro Coelho Feijó(esposa da vítima), Natacha Ferreira Porto e Francisco Augusto Vieira Magalhães não foram ouvidas devido a ausência do promotor de Justiça, Rogério Marques dos Santos, que não compareceu à audiência marcado pela 2ª Vara do Tribunal do Júri.
Devido ausência do promotor, que sequer justificou a falta, o juiz Hugo Fernandes Levy marcou nova audiência para o próximo dia 24.
O representante do MP no caso era o promotor David Jerônimo, que se afastou depois que parentes da vítima pediram que a acusação aceitasse um assistente. O atual promotor também não aceitou o pedido, no que foi atendido pelo juiz Hugo Levy,
Desta vez as testemunhas Maria do Perpétuo Socorro Coelho Feijó(esposa da vítima), Natacha Ferreira Porto e Francisco Augusto Vieira Magalhães não foram ouvidas devido a ausência do promotor de Justiça, Rogério Marques dos Santos, que não compareceu à audiência marcado pela 2ª Vara do Tribunal do Júri.
Devido ausência do promotor, que sequer justificou a falta, o juiz Hugo Fernandes Levy marcou nova audiência para o próximo dia 24.
O representante do MP no caso era o promotor David Jerônimo, que se afastou depois que parentes da vítima pediram que a acusação aceitasse um assistente. O atual promotor também não aceitou o pedido, no que foi atendido pelo juiz Hugo Levy,




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