Em contraposição aos argumentos interpostos pelo procurador da Assembleia Legisaltiva do Amazonas, Vander Goes Lei Abaixo), em defesa do privilégio, o procurador diz que "não justificva o argumento da homenagem, do reconhecimento. E ensina: As homenagens traduzem-se em atos simbólicos e episódicos, como uma medalha ou diploma. Já o comprometimento permanente de recursos públicos, para pagamento mensal e vitalício a quem não mais exerce cargo público, é expressão da utilização caprichosa e arbitrária do poder."

