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Processos movidos contra publicitária que teria simulado gravidez são suspensos

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A publicitária Bruna Silva Loureiro, acusada de falsificar um exame de gravidez do Centro de Pesquisas e Diagnósticos Especializados Ltda, conseguiu a suspensão dos processos que tramitavam contra ela no Fórum Ministro Henoch Reis. A primeira ação - uma queixa-crime - movida pelo empresário Carlos Geraldo de Britto Feitoza Filho, contra quem Bruna teria falsificado um atestado que comprovaria uma gravidez inexistente - e outra pelo Laboratório, que acusava a publicitária da  falsificação de documentos.

O primeiro foi suspenso pela juiza Telma de Verçosa Roessing.  O segundo pela  juíza Andréa Jane Silva de Medeiros,  da 5ª Vara Criminal.
 
A suspensão do segundo processo ocorreu em uma audiência de conciliação, onde as partes interessadas -  o Centro de Pesquisas e Diagnósticos Especializados e Carlos Geraldo, sequer foram notificados.
 
Na audiência, de acordo com documentação que Portal do Holanda  teve acesso, estavam presentes apenas juíza, a denunciada, sua advogada Catharina de Souza Cruz Estrella e o representante do Ministério Público, que foi quem fez a proposta para a suspensão por dois anos do processo.
 
Entenda o caso
 
Bruna Loureiro foi denunciada por Carlos Geraldo, com quem, segundo consta nos autos, teve um relacionamento íntimo. Para surpresa do denunciante, a publicitária  apresentou a ele e à  sua família um exame de gravidez emitido pelo Centro de Pesquisas e Diagnósticos Especializados.
 
Meses depois Carlos Geraldo  descobriu que o exame teria sido falsificado por Bruna.
 
Por conta da possível falsificação, o Centro de Pesquisas e Diagnósticos Especializados Ltda, ingressou com ação criminal contra Bruna Loureiro,  que tramita na 5ª Vara Criminal, onde também esta a ação de falsificação de documento particular, já suspenso pela juíza André Jane.
 
 


 

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