"Não considerei o pedido de revogação da prisão porque não houve um fato novo juridicamente relevante. Não sou mais o plantonista, mas se surgirem fatos novos, logicamente que os profissionais do Direito têm o direito e o dever de pleitear a liberdade de seus constituintes" . ( Domingos Chalub)
O prefeito de Tapauá, Carlos Gonçalves da Silva e o secretário de Administração do município, Edson Soares da Silva, tiveram indeferido pelo desembargador Domingos Jorge Chalub, plantonista do Tribunal de Justiça do Amazonas, o pedido de relaxamento de prisão preventiv. Chalub abriu vista ao Ministério Público.
Carlos Gonçalves e Edson foram presos no último sábado (31), depois do mandado expedido por Domingos Chalub, que atendeu ao pedido do chefe do 60º Distrito Integrado de Polícia (DIP), o sargento da Policia Militar Rildo da Costa Santos.
Além de pedir a prisão dos acusados de tráfico, o sargento indiciou ainda mais três funcionários da Prefeitura de Tapauá, o tesoureiro Bezaeel Andrade de Almeida, o secretário de governo Aldair José Duarte da Silva e o office-boy Jerson Duarte Alves.
Prefeito nega acusação
Para o prefeito, Carlos Gonçalves, tudo é uma questão políticas. De acordo com ele em nenhum momento ele fretou avião para transportar droga de Manaus para Tapauá.
Entenda o caso
De acordo com chefe de polícia, Rildo Costa, o prefeito teria fretado um avião para levar de Manaus a Tapauá cerca de 100 trouxinhas de maconha. A denúncia consta do depoimento do agente de viagem da Jamil-Turde, Carlos Augusto Ferreira Andrade.
Mas o agente veio a Manaus e em depoimento na Corregedoria Geral de Polícia desmentiu que tenha acusado o prefeito ou que tenha sido ameacado por ele. Mesmo assim a justiça aceitou o pedido de prisão contra o prefeito, recolhido ao presídio do Puraquequara em 31 de dezembro de 2011.



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