A área onde fica o porto Chibatão, na Colônia Oliveira Machado, voltou a ceder nas encostas e mais estragos foram provocados. Por enquanto, medidas de contenção do barranco estão impedindo que todo o porto sofra um desmoronamento nos moldes do ocorrido em outubro do ano passado, quando o desastre foi total, com perdas de vidas, carros e mercadorias.
O impacto do desmoronamento foi sentido no parque industrial de Manaus. Algumas empresas estavam com conteineres com peças de reposição e outros insumos nas carretas que se encontravam no porto e que afundaram com o desmoronamente.
Desta vez 80 metros do muro que faz a proteção da área onde ficam os conteineres foram sugados pelo rio Negro, mas sem perdas de carros ou vidas.
O procurador do Trabalho. Jocinei Dourado do Nascimento, foi ao local por volta de 11h, reuniu com os diretores da empresa e pediu uma avaliação os órgãos técnicos, como o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, além dos Bombeiros, para verificar se há riscos de novos desabamentos.
A Procuradoria Geral de Justiça enviou para o local a promotora Maria Cristina Rocha e uma erquipe técnica para avaliar o impacto ambiental do desastre.
