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Por causa de "maledicência" da imprensa, Pleno não quebra sigilo de desembargadores

O clima no Pleno do Tribunal de Justiça do Amazonas  esquentou ontem por conta da denúncia de que desembargadores e juízes estavam recebendo além do teto constitucional.

O presidente do Tribunal, desembargador João Simões, propôs a abertura do sigilo dos ganhos dos magistrados. Proposta acompanhada apenas por Domingos Jorge Chalub e Ari Jorge Moutinho, que afirmaram abrir seus sigilos desde quando ingressaram como desembargadores no TJ.

A votação contrária começou com Yedo Simões, seguido por Wilson Barroso, Mauro Bessa, Encarnação Salgado, Marinildes Mendonça e Cláudio César Ramalheira Roessing, que resolveu disparar contra a imprensa.

 “Estamos dando muita confiança para a imprensa”, disparou Cláudio Roessing, afirmando que a imprensa do estado só tem publicado matérias maledicentes contra o Tribunal de Justiça.

 Cláudio Roessing  disse que a imprensa amazonense só contribui para a discórdia e tenta de todas as formas enfraquecer o judiciário.

 Momentos antes,  a desembargadora, Encarnação Salgado  afirmou que não recebeu nada do Tribunal de Justiça, sem que o órgão lhe devesse.

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