O pintor Frankmar Castro Franco foi assassinado ao meio dia deste domingo com dez tiros pelo traficante "Paulinho Peixe Frito", nas imediações da ponte da rua Pico das Águas, bairro São Geraldo, Zona Centro-Sul. Os tiros, disparados na presença de muitas pessoas, foram feitos através de uma pistola PT 380.
Testemunhas do crime disseram para os policiais da Delegacia Especializada de Homicídios e Sequestros que "Paulinho Peixe Frito" passava pela rua com um filho recém-nascido em seu colo e sua companheira caminhando ao lado. Segundo amigos da vítima, o traficante já havia feito juras de morte e assim que avistou Frankmar, entregou a criança para a mulher, mandou que ela fosse embora do local, caminhou com a arma em punho na direção do pintor e a menos de meio metro de distância disparou a arma dez vezes.

Algumas pessoas colocaram Frankmar em cima da bancada de uma pequenas feira na rua Pico das Águas, perto de onde ele morava, e tentaram reanimá-lo, enquanto o Samu era acionado por telefone, mas o pintor não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
A irmã de Frankmar, a dona de casa Mariete Castro, 35, chegou e se debruçou sobre o corpo do irmão gritando desesperada.
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Drama de Mariete Castro, ao ver o irmão morto em cima da banca de frutas

Testemunhas do crime disseram para os policiais da Delegacia Especializada de Homicídios e Sequestros que "Paulinho Peixe Frito" passava pela rua com um filho recém-nascido em seu colo e sua companheira caminhando ao lado. Segundo amigos da vítima, o traficante já havia feito juras de morte e assim que avistou Frankmar, entregou a criança para a mulher, mandou que ela fosse embora do local, caminhou com a arma em punho na direção do pintor e a menos de meio metro de distância disparou a arma dez vezes.

Algumas pessoas colocaram Frankmar em cima da bancada de uma pequenas feira na rua Pico das Águas, perto de onde ele morava, e tentaram reanimá-lo, enquanto o Samu era acionado por telefone, mas o pintor não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
A irmã de Frankmar, a dona de casa Mariete Castro, 35, chegou e se debruçou sobre o corpo do irmão gritando desesperada.
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