Testemunhas do crime disseram para os policiais da Delegacia Especializada de Homicídios e Sequestros que "Paulinho Peixe Frito" passava pela rua com um filho recém-nascido em seu colo e sua companheira caminhando ao lado. Segundo amigos da vítima, o traficante já havia feito juras de morte e assim que avistou Frankmar, entregou a criança para a mulher, mandou que ela fosse embora do local, caminhou com a arma em punho na direção do pintor e a menos de meio metro de distância disparou a arma dez vezes.

Algumas pessoas colocaram Frankmar em cima da bancada de uma pequenas feira na rua Pico das Águas, perto de onde ele morava, e tentaram reanimá-lo, enquanto o Samu era acionado por telefone, mas o pintor não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
A irmã de Frankmar, a dona de casa Mariete Castro, 35, chegou e se debruçou sobre o corpo do irmão gritando desesperada.
Drama de Mariete Castro, ao ver o irmão morto em cima da banca de frutas

