O juiz federal Márcio de Freitas determinou ontem busca e apreensão na empresa A.C. Nadaf Neto Assessoria em Comércio Exterior, acusada pelo senador Arthur Neto de promover um derrame de cartões de crédito destinados a compra de eleitores. A empresa pertence a um funcionário da prefeitura de Manaus, Abrahim Nadaf, cedido ao Gabinete Civil do governo do Estado. Segundo o Departamento de Autuação e de Distribuição de Processos do TRE - Amazonas, o relator da matéria será o juiz Victor André Liuzzi Gomes. O mandado foi cumprido esta manhã pela Polícia Federal.
O Ministério Público Federal também abriu na sexta-feira um inquérito civil público para apurar o caso, que se for comprovado poderá resultar na cassação do registro e não diplomação dos candidatos que venceram a eleição para ocupar as duas vagas destinadas ao Amazonas no Senado: a deputada Vanessa Grazziotin e o ex-governador Eduardo Braga.
ENTENDA O CASO
De acordo com a denúncia feita ao ao MPF, as pessoas que receberam os cartões teriam direito a valores de R$ 600,00 a R$ 1.200,00 para votar e efetuar a compra de votos para os candidatos ao Senado Eduardo Braga e Vanessa Grazziotin. Cada beneficiário, ainda segundo a denúncia, seria encarregado comprar entre 10 e 20 votos pelo valor unitário de R$ 50,00, dependendo do valor creditado em seu cartão. Dez votos, por R$ 500,00, vinte votos, por R$ 1.000,00. A diferença era o pagamento por seus “serviços”. O Comitê de Vanessa Grazziotin nega.
O vereador Ray Cardoso, conhecido como "Cabeça", e a empresária Egren Baranda, com os quais foram apreendidos no domingo vários cartões da suposta bolsa-fraude, estão sendo esperados em Manaus onde deverão prestar depoimentos à Polícia Federal.
ESCÂNDALO POLÍTICO
Apesar das denúncias, até o momento nada foi comprovado. A Polícia Federal tem a posse de uma centena de cartões e depoimentos que apontam a existência de um esquema de compra de votos em benefício de Vanessa Grazziotin e Eduardo Braga, mas seus portadores, segundo os advogados de Braga e Vanessa, seriam cabos eleitorais, legalmente contratados para trabalhar na campanha, e que alguns teriam sido convencidos pelo grupo do senador Arthur Neto a fazer denúncia caluniosa contra os dois politicos.
O Ministério Público Federal também abriu na sexta-feira um inquérito civil público para apurar o caso, que se for comprovado poderá resultar na cassação do registro e não diplomação dos candidatos que venceram a eleição para ocupar as duas vagas destinadas ao Amazonas no Senado: a deputada Vanessa Grazziotin e o ex-governador Eduardo Braga.
ENTENDA O CASO
De acordo com a denúncia feita ao ao MPF, as pessoas que receberam os cartões teriam direito a valores de R$ 600,00 a R$ 1.200,00 para votar e efetuar a compra de votos para os candidatos ao Senado Eduardo Braga e Vanessa Grazziotin. Cada beneficiário, ainda segundo a denúncia, seria encarregado comprar entre 10 e 20 votos pelo valor unitário de R$ 50,00, dependendo do valor creditado em seu cartão. Dez votos, por R$ 500,00, vinte votos, por R$ 1.000,00. A diferença era o pagamento por seus “serviços”. O Comitê de Vanessa Grazziotin nega.
O vereador Ray Cardoso, conhecido como "Cabeça", e a empresária Egren Baranda, com os quais foram apreendidos no domingo vários cartões da suposta bolsa-fraude, estão sendo esperados em Manaus onde deverão prestar depoimentos à Polícia Federal.
ESCÂNDALO POLÍTICO
Apesar das denúncias, até o momento nada foi comprovado. A Polícia Federal tem a posse de uma centena de cartões e depoimentos que apontam a existência de um esquema de compra de votos em benefício de Vanessa Grazziotin e Eduardo Braga, mas seus portadores, segundo os advogados de Braga e Vanessa, seriam cabos eleitorais, legalmente contratados para trabalhar na campanha, e que alguns teriam sido convencidos pelo grupo do senador Arthur Neto a fazer denúncia caluniosa contra os dois politicos.
