Manaus/Am - O pedido do Ministério Público de Contas para rescindir os contratos com duas empresas que administram os presídios do Amazonas, foi negado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). A decisão foi publicada em uma edição extra do Diário Oficial do órgão na noite de quinta-feira (5).
O documento incluía também o fim do contrato do governo com a empresa Umanizzare Gestão Empresarial, que administra o Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj).
Presidente do Tribunal deu 10 dias para governo, secretário e empresas falarem sobre valor pago por preso e suspeitas de irregularidades na administração de unidades.

