Uma passageira da TAM narrou à justiça que adquiriu bilhetes de passagens aéreas para se deslocar de Maceió a Manaus, junto com sua mãe, porém, sob o pretexto de falta de assentos no voo acabou sendo impedida de viajar na data planejada. Para o juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara Cível, a questão é interpretada com a conclusão de que no caso houve um indiscutível constrangimento à pessoa, que, após vários planos, chegou ao aeroporto e não conseguiu embarcar porque a empresa aérea vendeu passagens além do permitido. Leia mais em Amazonas Direito.
