Dois meses depois de ter mandado uma moradora de área de risco que se recusava sair de sua casa, ameaçada de desabamento, morrer, o prefeito de Manaus, Amazonino Mendes, teve o troco.Paraenses que moram na Rua EVangelista Brawn, bairro de Santo Antônio, na Zona Oeste da cidade, colocaram um Judas pendurado num poste com a frase: "Morra Amazonino" .
O bairro concentra um grande número de pessoas oriundas do Pará, que não esqueceram o que chamam de " desfeita" do prefeito de Manaus e o consideram um Judas, por terem, segundo afirmam, votado nele, tendo recebido como pagamento o que consideram preconceito e ofensa.

O caso entre o prefeito de Manaus, Amazonino Mendes ocorreu em 21 de fevereiro, quando Amazonino se irritou com a moradora de uma área de risco da cidade. Durante uma visita a uma área vulnerável à ação das chuvas, o prefeito pediu à população que saísse do local, mas foi questionado por uma mulher que afirmou que não tinha condições de sair. ′`Nós estamos morando aqui porque não temos condições de ter uma moradia digna``, afirmou a moradora. Amazonino, irritado, respondeu: ``Minha filha, então morra, morra``.
A discussão continuou e o prefeito se comprometeu mais ainda ao perguntar de onde a mulher vinha. Ao responder que era paraense, a moradora recebeu uma resposta irônica do prefeito. ``Pronto. Tá explicado``, disse Amazonino.
O bairro concentra um grande número de pessoas oriundas do Pará, que não esqueceram o que chamam de " desfeita" do prefeito de Manaus e o consideram um Judas, por terem, segundo afirmam, votado nele, tendo recebido como pagamento o que consideram preconceito e ofensa.
O caso entre o prefeito de Manaus, Amazonino Mendes ocorreu em 21 de fevereiro, quando Amazonino se irritou com a moradora de uma área de risco da cidade. Durante uma visita a uma área vulnerável à ação das chuvas, o prefeito pediu à população que saísse do local, mas foi questionado por uma mulher que afirmou que não tinha condições de sair. ′`Nós estamos morando aqui porque não temos condições de ter uma moradia digna``, afirmou a moradora. Amazonino, irritado, respondeu: ``Minha filha, então morra, morra``.
A discussão continuou e o prefeito se comprometeu mais ainda ao perguntar de onde a mulher vinha. Ao responder que era paraense, a moradora recebeu uma resposta irônica do prefeito. ``Pronto. Tá explicado``, disse Amazonino.
