A primeira sessão plenária do ano na Câmara Municipal de Manaus nesta terça-feira foi marcada por um cabo de guerra entre oposição e situação. A briga era pela composição das 19 comissões permanentes da Casa. O vereador Elias Emanuel(PSB), anunciou a formação de um “chapão” com 12 partidos, entre eles o PMDB do senador Eduardo Braga, e do PTB, partido do prefeito Amazonino Mendes, que abriga aliados como Luiz Alberto Carijó e Marise Mendes, quatro vereadores que anunciaram oposição ao prefeito, entre eles o presidente da Câmara, Isaac Tayah.
Com este número de partidos unidos em um só bloco, a oposição pode tornar a vida de Amazonino complicada, se seus integrantes ao ocuparem a maior parte dos cargos nas comissões permanentes da Casa, principalmente as consideradas de elite, como a de Constituição, Justiça e Redação Final e a Comissão de Economia e Finanças.
O vereador Leonel Feitoza, que assumiu a funções de líder do Executivo na Casa, está defendendo que o critério de proporcionalidade para a formação das comissões seja o do número de vereadores aglutinados em bloco, o que diminuiria a desvantagem entre eles e os oposicionistas já que apenas dois vereadores votaram contra o candidato do prefeito. Na eleição, dezoito ficaram com Homero de Miranda Leão e vinte com Isaac Tayah.
Trocando em miudos, um chapão com 12 partidos, teria, ao final dos intermináveis cálculos,em torno de cinco das sete vagas de cada comissão, o que resultaria, num total de 95 vagas, das 133 existentes nas 19 comissões da Casa, um controle quase que absoluto dos vereadores de oposição.
Com este número de partidos unidos em um só bloco, a oposição pode tornar a vida de Amazonino complicada, se seus integrantes ao ocuparem a maior parte dos cargos nas comissões permanentes da Casa, principalmente as consideradas de elite, como a de Constituição, Justiça e Redação Final e a Comissão de Economia e Finanças.
O vereador Leonel Feitoza, que assumiu a funções de líder do Executivo na Casa, está defendendo que o critério de proporcionalidade para a formação das comissões seja o do número de vereadores aglutinados em bloco, o que diminuiria a desvantagem entre eles e os oposicionistas já que apenas dois vereadores votaram contra o candidato do prefeito. Na eleição, dezoito ficaram com Homero de Miranda Leão e vinte com Isaac Tayah.
Trocando em miudos, um chapão com 12 partidos, teria, ao final dos intermináveis cálculos,em torno de cinco das sete vagas de cada comissão, o que resultaria, num total de 95 vagas, das 133 existentes nas 19 comissões da Casa, um controle quase que absoluto dos vereadores de oposição.

