Os dois mil trabalhadores do porto Chibatão podem entrar em greve a partir de amanhã. A decisão será tomada ainda hoje, durante assembleia convocada pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Cargas de Secos e Molhados do Estado do Amazonas (Sindicargas), Carlos Gonzaga. Ele vai reunir com os representantes do diretoria do sindicato que representa os trabalhadores do Chibatão.
Os trabalhadores chamaram o sindicato para entrar na questão do deslizamento do portor, ocorrido domingo, denunciando a falta de respeito da empresa, que mantém as atividades apesar do acidente, além de informações sobre um número maior de vítimas do que as duas anunciadas pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Gonzaga, há pelo menos dez pessoas desaparecidas. "A empresa não permite a entrada da imprensa e continua o trabalho normalmente. Isso é falta de respeito com as vítimas e os trabalhadores que estão psicologicamente afetados", denunciou.
Os trabalhadores chamaram o sindicato para entrar na questão do deslizamento do portor, ocorrido domingo, denunciando a falta de respeito da empresa, que mantém as atividades apesar do acidente, além de informações sobre um número maior de vítimas do que as duas anunciadas pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Gonzaga, há pelo menos dez pessoas desaparecidas. "A empresa não permite a entrada da imprensa e continua o trabalho normalmente. Isso é falta de respeito com as vítimas e os trabalhadores que estão psicologicamente afetados", denunciou.



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