Os trabalhadores chamaram o sindicato para entrar na questão do deslizamento do portor, ocorrido domingo, denunciando a falta de respeito da empresa, que mantém as atividades apesar do acidente, além de informações sobre um número maior de vítimas do que as duas anunciadas pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Gonzaga, há pelo menos dez pessoas desaparecidas. "A empresa não permite a entrada da imprensa e continua o trabalho normalmente. Isso é falta de respeito com as vítimas e os trabalhadores que estão psicologicamente afetados", denunciou.
