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No Dia do Trabalhador, sindicatos protestam em Manaus e pedem fim da escala 6x1

No Dia do Trabalhador, sindicatos protestam em Manaus e pedem fim da escala 6x1
Ato na Praça da Matriz - Foto: Jander Robson/Portal do Holanda

Manaus/AM - No Dia do Trabalhador, sindicatos e trabalhadores de diversas categorias realizam um protesto contra o regime de trabalho 6x1 na capital amazonense nesta sexta-feira (1). O ato acontece desde as 8h30 da manhã, na Praça da Matriz, no Centro de Manaus, e reúne dezenas de manifestantes.

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Diretor do Sindipetro-AM, Jonatas Santos- Foto: Jander Robson/Portal do Holanda

Durante o ato, o diretor do Sindipetro-AM, Jonatas Santos, destacou a importância da mobilização: “O Brasil está se movimentando para combater esse Congresso corrupto. O pleito da escala de trabalho já se arrasta há anos, há décadas e no Dia do Trabalhador, nós vamos para a rua, que é o nosso espaço, lutar por uma escala de trabalho melhor para a população brasileira e do Amazonas”, afirmou.

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Foto: Jander Robson/Portal do Holanda

A professora Elma Sampaio, coordenadora do Sindicato de Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom), também reforçou a pauta e criticou o atual modelo: “Hoje vários movimentos, associações, sindicatos estão aqui na Praça da Polícia justamente para conversar com todos os transeuntes e trabalhadores que, mesmo no feriado, ainda estão trabalhando. As lojas estão todas abertas. Nós temos uma pauta muito importante, que é a derrubada da escala 6 por 1. Ela deve ser derrubada para melhorar a vida do trabalhador”.

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Coordenadora da Asprom , Elma Sampaio - Foto: Jander Robson/Portal do Holanda

Ela defendeu a adoção da jornada 5x2, sem redução de salários e sem aumento da carga horária: “Trabalhador não é máquina, trabalhador precisa viver, precisa de cultura, de lazer, de descanso. Está mais do que comprovado que nos países onde a escala 6/1 não existe, a economia melhorou, o trabalhador conquistou mais dignidade na sua vida. O país não quebra, muito pelo contrário, o país vai se desenvolver melhor” .

O movimento também acontece em outras capitais do Brasil e deve pressionar o Congresso a fazer a pauta avançar.

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