O processo que apura o envolvimento do promotor de Justiça Cândido Honório com uma organização criminosa identificada pela sigla JWC e a suposta blindagem que ele dava ao empresário Mouhamad Mourad, terá mais uma capítulo nesta segunda-feira, dia 25, no Tribunal de Justiça do Acre.
O desembargador Rafael de Araújo Romano, da Segunda Câmara Criminal, através de carta precatória intimou quatro testemunhas para serem ouvidas, entre elas a esposa do pistoleiro Martinini Martiniano de Oliveira, que entrou para o programa de proteção às testemunhas, logo após o assassinato do marido, em abril do ano passado nas dependências do Presídio Antônio Amaro, em Rio Branco, e mudou de nome.
Além da esposa de Martiniano, serão ouvidos José Maria Rola de Souza, Allan Nogueira Mendonça e Mário Jorge Cruz de Oliveira.
Esses depoimentos são aguardados com muito expectativa no Amazonas. É que Martiniano, no depoimento prestado antes de morrer, citou como envolvidos com a organização criminosa que teria cometido vários assassinatos e desviado do Polo Moveleiro de Manaus cerca de R$ 30 milhões, alguns juizes, membros do Ministério Público e policiais militares e civis. Entre os membros do judicário aparecem Ruy Morato, que teria " vendido" o alvará de soltura do pistoleiro por R$ 40O mil, um juiz de nome "Rutier", os soldados Aguiar e Ferreira , Sargento Assis e Cabo Pinto (esses o teriam ajudado na fuga de Manaus para Juriti)
Ele citou ainda os policiais Elves, André, Rivanildo e Riva, os majores Benfica e Claudemir, além de pessoas ligadas à secretaria de Inteligencia. Uma de nome Tomás, que a policia diz não ser o secretário Thomaz de Vasconcelos Dias, Sérgio, Marcos e Cambota.
Legenda: Na foto, Martiniano ao prestar um dos depoimentos que comprometeu membros do Judiciário, do Ministério Público e da Polícia amzonense.
O desembargador Rafael de Araújo Romano, da Segunda Câmara Criminal, através de carta precatória intimou quatro testemunhas para serem ouvidas, entre elas a esposa do pistoleiro Martinini Martiniano de Oliveira, que entrou para o programa de proteção às testemunhas, logo após o assassinato do marido, em abril do ano passado nas dependências do Presídio Antônio Amaro, em Rio Branco, e mudou de nome.
Além da esposa de Martiniano, serão ouvidos José Maria Rola de Souza, Allan Nogueira Mendonça e Mário Jorge Cruz de Oliveira.
Esses depoimentos são aguardados com muito expectativa no Amazonas. É que Martiniano, no depoimento prestado antes de morrer, citou como envolvidos com a organização criminosa que teria cometido vários assassinatos e desviado do Polo Moveleiro de Manaus cerca de R$ 30 milhões, alguns juizes, membros do Ministério Público e policiais militares e civis. Entre os membros do judicário aparecem Ruy Morato, que teria " vendido" o alvará de soltura do pistoleiro por R$ 40O mil, um juiz de nome "Rutier", os soldados Aguiar e Ferreira , Sargento Assis e Cabo Pinto (esses o teriam ajudado na fuga de Manaus para Juriti)
Ele citou ainda os policiais Elves, André, Rivanildo e Riva, os majores Benfica e Claudemir, além de pessoas ligadas à secretaria de Inteligencia. Uma de nome Tomás, que a policia diz não ser o secretário Thomaz de Vasconcelos Dias, Sérgio, Marcos e Cambota.
Legenda: Na foto, Martiniano ao prestar um dos depoimentos que comprometeu membros do Judiciário, do Ministério Público e da Polícia amzonense.

