Manaus/AM - O Ministério Público do Amazonas (MPAM) recorreu de uma decisão que determinou o monitoramento por tornozeleira eletrônica de um membro do Comando Vermelho (CV), preso em flagrante durante a Operação Caiman, da Polícia Civil (PCAM).
O MP defende a prisão preventiva do indivíduo, que foi preso pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse de arma de fogo. Em depoimento, o custodiado declarou pertencer ao Comando Vermelho e que usava o armamento para fazer a segurança do local. Durante a abordagem, a Polícia foi recebida a tiros e dois indivíduos fugiram. No local do flagrante foram encontradas drogas, balança de precisão e dinheiro, além de uma arma de fogo caseira.
A decisão que determinou o monitoramento por tornozeleira eletrônica foi proferida durante audiência de custódia realizada no sábado (22), no âmbito do processo nº 0604827-16.2023.8.04.5400. O juiz plantonista entendeu que o uso de tornozeleira eletrônica seria suficiente para garantir a ordem pública, mas o MP considerou que os requisitos para a prisão preventiva estavam presentes no caso.
O recurso do MP foi encaminhado ao Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM).

