As penas pedidas pelo Ministério Público do Amazonas na ação oferecida para a justiça sobre o massacre do COMPAJ ultrapassam dois milênios conforme anunciado em coletiva nesta sexta-feira (24).
O promotor de justiça Edinaldo Medeiros deu detalhes sobre como alguns presos foram mortos e a ação de alguns dos acusados. Um deles chegou a ser apelidado de "Açogueiro", responsável em tirar o cérebro e o intestino das vítimas. Em outros momentos, membros do PCC foram obrigados a comer os olhos de outros mortos.
Confira os detalhes da apresentação do promotor:
