O diretor-presidente da Fundação Municipal de Turismo, vereador licenciado Arlindo Júnior, terá de dar explicações ao Ministério Público de Contas a respeito de um convênio firmado com a Instituição Unidos pela Amazônia, no valor de R$ 3 milhões e 300 mil. Dinheiro usado para a formação, criação e execução da Orquestra Manaus Band.
A procuradora de contas, Elissandra Monteiro Freire de Menezes, ingressou com representação contra Manaustur para apurar possíveis irregularidades no termo de convênio firmado.
Elissandra, interpôs a representação depois que Arlindo Júnior, em oficio encaminhado ao Tribunal de Contas do Estado, disse que do total, R$ 184 mil e 700 seriam gastos para pagamento dos músicos sem relatar os demais gastos, como figurinos, Ecad, filmagens, manutenção de instrumento e outros.
A procuradora de contas, Elissandra Monteiro Freire de Menezes, ingressou com representação contra Manaustur para apurar possíveis irregularidades no termo de convênio firmado.
Elissandra, interpôs a representação depois que Arlindo Júnior, em oficio encaminhado ao Tribunal de Contas do Estado, disse que do total, R$ 184 mil e 700 seriam gastos para pagamento dos músicos sem relatar os demais gastos, como figurinos, Ecad, filmagens, manutenção de instrumento e outros.

