Mesmo com o parecer da procuradora Evelyn Freire Pareja, pela irregularidades das contas de Mário Coelho de Mello, responsável pelo escritório de Representação do Governo do Estado do Amazonas em Brasília, exercício de 2007, o Pleno do TCE votou pela regularidade.
A procuradora também determinou aplicação de multav de R$ 3.226, acatado pela relatora a conselheira convocada Yara Lins, que disse que no seu entendimento as impropriedades apontadas nos autos não eram capazes de fulminar a prestação de contas de Mário Mello e votou pela regularidade com ressalvas
