Manaus/AM - As 15 empresas médicasque reivindicam os pagamentos atrasados pelo Governo do Amazonas, emitiram um comunicado informando que vão continuar com a redução nos serviços não urgentes nos hospitais do estado.
Elas alegam que não tiveram resposta do governo em relação a situação e até que um posicionamento efetivo seja tomado, os serviços não serão normalizados.
“Até o momento não obtivemos resposta efetiva em relação ao pleito, e nem sequer a perspectiva concreta de regularização dos pagamentos, ferindo a dignidade desta coletividade de médicos e suas famílias”.
A pendência diz respeito a pagamentos referentes aos anos de 2021, 2022, agosto, setembro e outubro deste ano.
A redução nos serviços começou no dia 1 de dezembro e está afetando principalmente pacientes que tinham consultas e cirurgias eletivas agendadas.
Na última sexta-feira, o governo chegou a emitir uma nota informando que já estava em tratativas para regularizar os pagamentos, as empresas, porém, informam que isso não aconteceu.
“Estamos abertos ao diálogo, buscando a normalização mais breve possível do atendimento prestado à população. Entretanto, considerando o silêncio observado dos entes públicos que têm o poder de fazer a Saúde do Amazonas retornar ao bom caminho que nossa população merece, comunicamos a continuidade da redução temporária”, diz o documento.



