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Matou. Nunca foi punido

Uma falha  da Justiça beneficiou Nilton Gonzaga de Souza, acusado de matar Firmina Pereira da Silva, em 1993. Há 17 anos sem uma manifestação da sentença de pronúncia,  o juiz Eliezer Fernandes Júnior, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, declarou extinta a punibilidade pela prescrição do crime, depois de manifestação do Ministério Público.


Na sentença,  o magistrado deixa claro que se hoje Nilton Gonzaga fosse levado a Júri Popular seria condenado a pena mínima de seis anos, já cumprida, uma vez que o crime ocorreu há 17 anos.

De acordo com o site do Tribunal de Justiça, o processo foi distribuído dia 5 de novembro de 1993, mas a primeira movimentação ocorreu 10 anos depois em 26 de maio de 2003, quando foi renovado o mandado de prisão.

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