Por Raimundo Holanda
A posse do procurador Francisco Cruz marca uma nova relação do Ministério público com o governo e a sociedade. Com um governo que optou por ser melhor fiscalizado; com a sociedade que não quer uma instituição criada para fiscalizar a aplicação da lei se omitindo num de seus papeis fundamentais - de exigir a necessária publicidade e transparência, especialmente nas relações do setor público com o privado.
É o marco zero porque a sociedade está mais informada e mais preparada, inclusive no sentido de fazer cobranças. E também porque o governo que dá posse a Francisco Cruz é mais aberto ao debate.
A indicação de Chicão, como disse o governador Omar Aziz, foi uma questão de justiça - não apenas porque sempre figurou como primeiro lugar nas escolhas internas da instituição, mas também porque, ao contrário de seus antecessores, não quer viver a emoção do cargo, mas a força que ele pode representar em termos de conhecimento da justiça e do aprimoramento das instituições do estado.
O Blog do Holanda , que sempre criticou o papel subalterno do Ministério Público durante todo o governo Braga e de seus antecessores, entende que a posse de Cruz abre um novo ciclo e reforça a instituição.
Mas como a tendência dos escolhidos é a acomodação, vamos ser vigilantes, cobrando de Chicão um Ministério Publico altivo, do tamanho das expectativas criadas pela sua escolha para dirigir a instituição.
A posse do procurador Francisco Cruz marca uma nova relação do Ministério público com o governo e a sociedade. Com um governo que optou por ser melhor fiscalizado; com a sociedade que não quer uma instituição criada para fiscalizar a aplicação da lei se omitindo num de seus papeis fundamentais - de exigir a necessária publicidade e transparência, especialmente nas relações do setor público com o privado.
É o marco zero porque a sociedade está mais informada e mais preparada, inclusive no sentido de fazer cobranças. E também porque o governo que dá posse a Francisco Cruz é mais aberto ao debate.
A indicação de Chicão, como disse o governador Omar Aziz, foi uma questão de justiça - não apenas porque sempre figurou como primeiro lugar nas escolhas internas da instituição, mas também porque, ao contrário de seus antecessores, não quer viver a emoção do cargo, mas a força que ele pode representar em termos de conhecimento da justiça e do aprimoramento das instituições do estado.
O Blog do Holanda , que sempre criticou o papel subalterno do Ministério Público durante todo o governo Braga e de seus antecessores, entende que a posse de Cruz abre um novo ciclo e reforça a instituição.
Mas como a tendência dos escolhidos é a acomodação, vamos ser vigilantes, cobrando de Chicão um Ministério Publico altivo, do tamanho das expectativas criadas pela sua escolha para dirigir a instituição.
