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Marciele Albuquerque, a Cunhã Munduruku, pousa no Bumbódromo em águia gigante

A Cunhã-Poranga do Boi Caprichoso, Marciele Albuquerque (item 19), proporcionou um dos momentos mais impactantes da segunda noite do 58º Festival de Parintins. Sua entrada, carregada de simbolismo, seguiu-se à poderosa toada e encenação de "Flechas e Fuzis", que abordou o genocídio indígena e a resiliência dos povos originários.

Após a detalhada encenação da luta e resistência, a cunhã azulada surgiu de forma majestosa de uma águia gigante que aterrissou no Bumbódromo, simbolizando a força e a liberdade. Marciele, da etnia Munduruku, evoluiu em uma performance que combinou graça e representatividade, sendo ovacionada pela galera do Caprichoso.

O momento não apenas celebrou da Cunhã-Poranga, mas também reforçou a mensagem de resistência e valorização da cultura indígena no festival.

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