Acusadas de maquiarem seus produtos, as empresas DM Eletrônica da Amazônia, Bahia South, BMA Indústria e Comércio e Santel Tecnologia em Comunicações foram multadas em R$ 3,1 milhões, segundo sentença da juiza Jaiza Fraxe, da 1 Vara da Justiça Federal. As empresas apenas montavam seus produtos, importando insumos acabados. A descoberta abre uma nova discussão sobre o papel da Zona Franca e os vícios que contaminam o modelo.
As empresas, de acordo com sentença da juíza federal, terão registro na Junta Comercial suspenso e perderão os incentivos concedidos pela Suframa.
A maioria dos produtos já chegavam no Brasil com o selo "produzido na Zona Franca de Manaus", mas na verdade tinha procedência chinesa, coreana ou norte-americana. Outras indústrias, cujos nomes não foram revelados, estáo sendo investigadas sob suspeita de fazerem uso da mesma fraude.
As empresas, de acordo com sentença da juíza federal, terão registro na Junta Comercial suspenso e perderão os incentivos concedidos pela Suframa.
A maioria dos produtos já chegavam no Brasil com o selo "produzido na Zona Franca de Manaus", mas na verdade tinha procedência chinesa, coreana ou norte-americana. Outras indústrias, cujos nomes não foram revelados, estáo sendo investigadas sob suspeita de fazerem uso da mesma fraude.



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