Investigações da Polícia Federal lincaram o ex-governador e apadrinhado de Lula a uma organização criminosa, composta por servidores públicos, agentes políticos e empresários, que praticava desvio de recursos do Estado do Amapá e da União.
A prisão de Waldez Goes (PDT), do atual governador, pedro Paulo, do secretário de segurança Aldo Alves Ferreira e do prefeito de Macapá, Roberto Góes, pode representar um baque na campanha de Dilma no estado, muito associada ao grupo do ex-governador.

Waldez seria o cabeça de um esquema de desvio de recursos da União, repassados à Secretaria de Educação do Estado do Amapá, provenientes do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef).

